quinta-feira, 5 de maio de 2016

Ex economista do Banco Mundial: " Não deixem que roubem o Brasil dos Brasileiros "

 
 
“Ponha os tanques na rua, cerque com eles o Palácio do Planalto – de modo algum para provocar qualquer violência, mas para mostrar que a presidenta do Brasil tem poder, meios e coragem para proteger o povo que a elegeu e o país, contra o assalto de neofascistas e – sobretudo – contra os interesses de Washington.” Sobre o autor: Peter Koenig, economista e analista de geopolítica. Foi economista do Banco Mundial e trabalhou em vários países sempre dedicado a estudos do meio ambiente e recursos hídricos. Escreve regularmente para Global Research, ICH, RT, Sputnik, PressTV, CounterPunch, TeleSur, The Vineyard of The Saker Blog e outros sítios na internet. É autor de Implosion – An Economic Thriller about War, Environmental Destruction and Corporate Greed – ficção baseada em eventos dos seus 30 anos de experiência no Banco Central pelo mundo. Também é co-autor de The World Order and Revolution! – Essays from the Resistance.

Carta aberta ao gabinete da presidência do Brasil.
Por favor, não ceda! Não deixe que a corrupta direita neoliberal com a ajuda de – não, por instigação de Washington – roube o seu país, que roube o Brasil dos brasileiros, para rasgar e destruir tudo que você e Lula conseguiram nos últimos 14 anos, educação pública e serviços públicos de saúde de boa qualidade, transporte público moderno e eficiente, uma rede básica de segurança social – uma sociedade mais igual.
Durante a última década e meia, vocês conseguiram distribuir os benefícios da riqueza do Brasil para a maioria dos brasileiros, começando a reverter a maré, que antes sempre correu na direção dos oligarcas, dos latifundiários – para o povo, para os que trabalham a terra, que construíram e ainda constroem e sonham com continuar a construir um Brasil para os brasileiros.

A fera agonizante ainda ruge no norte – e não pode tolerar que forças livre e autônomas prosperem no “quintal”. Estão inventando novo tipo de golpe – menos sangue, mais fraudes, fraude nas eleições, como na Argentina, e na Venezuela.
No caso do Brasil, é fraude construída dentro do poder legislativo, que comprou e pôs nem posições chaves políticos-escroques, como o vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara de Deputados Eduardo Cunha, o qual ascendeu miraculosamente (foi ‘eleito’) à sua atual posição em fevereiro de 2015 – e, isso, em pleno gigantesco escândalo de corrupção chamado “Operação ‘lava Jato’, na qual está envolvido com propinas que chegam a dezenas de milhões de dólares supostos da Petrobrás.

Texto na integra, click aqui

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