terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lula é o maior entrave para os golpístas...

Em resposta à Edmar Roberto Prandini, no Blog do Nassif,

Hein???? Quanta "inocência"? Se não tivessem ocorrido golpes recentes em Honduras e Paraguai talvez eu concordasse com vc Edmar. Acho que eu até concordaria contigo também se Serra e FHC não tivessem ações que mais parecem de agentes espiões da Cia. Garotinhos das elítes golpistas. 

Eu concordaria contigo, meu caro Edmar, se tivéssemos democracia de informação, se houvesse mídia democrática, se nosso Judiciário não fosse tão submisso as forças conservadoras.

Creio que um golpe via STF é a coisa mais facil de se fazer no Brasil. Até porque, se esconderiam no discurso moral de preservar a legalidade e as Instituíções. Toda "Grande Mídia" aplaudiria. Ficariam 24 hs no ar com "especialístas" discorrendo e justificando o Golpe em cima do argumento do fortalecimento da "democracia".

Têm um único problema para os Golpistas. Um homem que é hoje o maior líder do Brasil, reconhecido em todo mundo. Luís Inácio Lula da Silva é o cara que consegue levar milhões pras ruas. É o líder que consegue fazer mobilizações em vários outros países do mundo. Será que PSDB, DEM, Veja, Globo e "Cia" querem pagar pra ver?

Talvez por isso tentam, inutilmente, a todo momento, desmoralizar Lula. 

Lula é o maior entrave para os golpístas...

As diferenças políticas e econômicas entre 2012 e 1964


Por Edmar Roberto Prandini
 
Comentário ao post "A repetição da história"

Prezado Nassif,

Discordo de sua argumentação na Coluna Econômica de hoje.

A primeira motivação para minha discordância é o fato de que há um processo forte de negociação entre o governo e setores expressivos do empresariado que vêem no PAC 1 e 2, no programa Brasil Maior, no Minha Casa Minha Vida e nas recentes medidas governamentais de estímulo ao investimento em logística e infraestrutura oportunidades estupendas de ganhos.

Não há suporte para a ruptura política exatamente por haver esse pacto de estímulo à economia que em nada arrisca o modelo de desenvolvimento capitalista. A própria expansão do crédito somada à recuperação salarial reforçam a dinâmica da expansão do mercado para assegurar o desenvolvimento capitalista, de modo que não há sentimento no empresariado de riscos ideológicos pairando sobre seus ganhos.

Em segundo lugar, o modelo político vigente é bastante diferente do modelo pré-64. Temos muitos partidos políticos atuando e além dos partidos, temos milhões de outras formas de organização da participação social, organizadas nas ONGs de toda natureza, discutindo, sob várias matrizes políticas e ideológicas, a estrutura de nossa organização social. Além disso, há uma enorme legião de pessoas envolvidas com as formas participativas de interlocução entre o governo e a sociedade que são os conselhos criados para a discussão das políticas e diretrizes setoriais. Toda essa movimentação contínua de representação social serve de escudo contra movimentos de ruptura que imponha riscos à continuidade de sua existência.

Considero estes dois aspectos determinantes para a minha avaliação de que o movimento golpista, ainda que hajam setores que o defendam, não terá fôlego para impor-se e hegemonizar a orientação da política nacional. Aliás, é o que se evidencia nos próprios números das pesquisas eleitorais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Fique a vontade pra comentar...