segunda-feira, 2 de abril de 2012

O CRIME DA VELHINHA

Juiz: Qual sua idade?

Velhinha: Tenho 86 anos.

Juiz: No dia 1º de abril do ano passado, diga-nos, com suas próprias palavras, o que lhe aconteceu.

Velhinha: Estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.

Juiz: Você o conhecia?

 Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável.

 Juiz: O que aconteceu depois?

 Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha
 coxa.

 Juiz: A senhora o deteve?

 Velhinha: Não.

 Juiz: Por que não?

 Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto desde que meu
 Abner faleceu há 30 anos.

 Juiz: O que aconteceu depois?

 Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou
acariciar meus seios.

 Juiz: A senhora o deteve então?

 Velhinha: Mas claro que não

 Juiz: Por que não?

 Velhinha: Porque, Meritíssimo, me fez sentir viva e excitada. Não me
sentia  molhadinha assim há anos!

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade ardendo em
 chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós
e abrindo as pernas suavemente, disse: Me possua, rapaz!

Juiz: Ele a possuiu?

Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiil! Foi aí que eu dei
um tiro no filho da puta.

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