quinta-feira, 19 de maio de 2011

O silêncio, a ausência, o vazio, o buraco, o som, a Lua, o céu, a chuva...

A gota, a rua,o portão, o telefone, a porta, as estrelas, o cheiro, o perfume, a explosão, o email, as mensagens, o silêncio. A manhã, o café, o relógio, a conversa, o som, o silêncio. A oferta, o presente, o almoço, a tarde, o anoitecer, o filme,o sono, o amor, silêncio. 

Amor,  a manhã, o anoitecer, no entardecer. A curva, o contato, as palavras, o silêncio.

As letras, as palavras, o silèncio.

Gota, pingo, barulho, chuva, amor, só o silêncio. Não ouço, grito, ignora, silêncio. A escrita,o torno sem retorno, o chocolate, o morango e só silêncio.

A janela, as estrelas, o vento, a manhã, a brisa, a excitação, o gozo e o silêncio. Só silêncio: silêncio de Sol, silêncio de Lua, silêncio de tempo bom, silêncio em tempestade, é só silêncio.

As letras viram palavras, se transformam em frases, gritam em poemas, se expressam em parágrafos e choram em silêncio. O torno sem retorno, a música sem som, o coração sem alma, o vento sem ar, o sufoco do vazio, o silêncio de resposta, a resposta em silêncio.

Amor em gotas, gotas de amor, gotas transparentes, gotas de chuva que não molham. Gotas, chuvas: que gotas? que chuvas? Silêncio, silêncio, é tudo silêncio!

Lua minha de todo dia de Sol e de toda noite. Som barulhento das gotas de chuva. Tempestade que molham a alma. Estrelas que claream o Universo de todo Céu. Letras que possuem o don das formas variadas de palavras. Palavras que formam poemas. Som das músicas. Canto dos artistas, Brilho que eliminam o escuridão. Todas as lindas estações.Todas as formas de amor.

Enfim..., eu convoco todos vocês para dar um fim ao silêncio. Deem um fim no silêncio dos que não são surdos. Tragam a manifestação mesmo que seja cruel, dolorida e sofrível.

Eu repito: Eliminem o silêncio dos que não são surdos. Às palavras, abaixo o silêncio!

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