terça-feira, 6 de novembro de 2007

Acabou a tinta da minha caneta e o lápis está "desapontado"

Literalmente, eu diria. Deve ser esta nuvem cheia de gotas d'água que escorre quase sem parar. É um pouco a saudade do Sol e muito de uma TPM que insiste em ficar. Eu até que tento, como agora, mas é visível a incria desta nula cria. E o que tenho feito? Me acuei, acho que evacuei sob a sombria deste tempo. Quer ver piorar? Fechei os olhos. Agora sim, piorou de vez, olha só: As folhas dos galhos se curvam e caem deixando a nú a árvore que se séca por pura terrorilidade da prima, uma menina famosa de sobrenome Vera. Meu...isto sim que é desventura. Aventurei a dizer em palavras o amargo do chocolate pego após caír na vazilha cheia de sal (é "z" ou "s"? foda-se, vai "z" memo!). Depois, "disso", a pena mesmo: vale dizer que ser escravo é ser não institucional, ou melhor, ser desinstitucional. Como ser assim? Faça tudo que prove que vc não é escravo de nada que seja "normal" do ponto de vista social. É lógico que a gente tem que trabalhar! Melhor que não precisasse, (z ou s? é de enlouquecer: por falar em escravo!). Então fuja das regras, (todas!), contrarie o máximo. Acho que assim vc pode dizer: "não sou institucionalizado". É..., meu besterol tá de doer, vai continuar assim até que a tinta "anormal" volte, ou que o lápis deixe este estado de "desapontamento" (é z?), help: até o lápis?

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