sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Impossível não escrever uma Declaração de principíos e valores: Odeio a covardia, amo a Coragem!

Da revolução dos Americanos do Norte - enfrentaram os Coloniadores Ingleses na raça e construíram uma nova nação, um império que hj combatemos - Me inveja os valores pela liberdade, independência, autonomia dos poderes regionais em relação ao poder da federação. Ao declararem assim, em sua "Carta Primeira", à 100 anos atrás, queriam preservar a democracia mais participativa, dando aos cidadãos um poder maior de influência sobre os poderes do Estado - independetemente de qualquer governo. Era uma República nos moldes da Revolução Francesa sem o rísco de autoritarísmo do governo central, uma clara resposta direta ao que acontecia na França. O que tem tudo isso comigo? Conosco? Oras meu! Estou falando de coragem, algo tão precioso na história da humanidade. Nada, nenhum fato importante da história aconteceu sem a dita e maravilhosa coragem de homens, mulheres, jóvens e crianças. Os Covardes são esquecidos facílmente porque são os corajosos que fazem a história, que mudam costumes, culturas, hábitos. São estes que introduzem no meio social as mudanças para o bem ou para mal. Clamo por aqui este valor extraordinário: A Coragem! Odeio minha covardia mais do que daqueles que vivem em minha proximidade. Fui criado e vivi num berço de homens e mulheres cheios de coragem e ousadias. Foi assim minha vida inteira, no movimento popular, na CUT, na militância no PT. Hoje - reservo o meu direito de escrever uma Declaração de valores que possa resgatar a Coragem tão ausente, então, fica promulgado como valores essenciais: 1) - Fica a partir desta data instalado os valores fundamentais da coragem como ato e prática a ser adotada em Qualquer Circunstância; 2) É proibido incentivar, rir e irônizar de qualquer ato, ou fato, em que a covardia seja visível, devendo ser esta, imediatamente combatida e jamais ignorada; 3) Será permitido qualquer ação para o combate das injustiças e ataques às liberdades e valores fundamentais do ser humano, inclusive ações que contrariem a "lei e a falsa moralidade burguesa, incluíndo esta classe média hipócrita e egoísta", sem o que a coragem não estará sendo praticada; 4) Está mantido o coração, objetivo de felicidade, como instituição maior para qualquer decisão no campo do amor e das relações. Estes principíos que tratam dos Valores Essenciais entram em vigor nesta data e todas as disposições em contrário estão revogadas. Barão Geraldo, 12 de outubro de 2007. Assina o presente ato: Miguel Leonel dos Santos

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