quinta-feira, 19 de julho de 2007

Quebrei minha promessa, melhor não cuspir pra cima...cai na testa mesmo...

Acordei meio apreensivo, não sabia muito bem porque: apenas imaginei que fosse pelo que ia ser após as 19hs. O dia foi todo meio confuso..., reinou as velhas coisas de sempre quase que durante todo o tempo do dia...teve um papo com minha amiga Creuza sobre o assunto que agora virou uma batalha do bem..., bom seria se pudesse mesmo fazer valer esta coisa do bem, afinal, todos são pelas boas coisas, bons gestos, pela justiça e bla, bla, bla como diz meu Filho Rafa em seu blog sempre em algum final de frase. Mas..., na prática, no dia a dia, nas relações, mesmo para os "fieis" evangélicos, tudo não passa de bla, bla, bla..., mas.., deixa pra lá, isto é assunto pra choradeiras doutro dia, ou noite. O final da tarde..., antes fui lá no prédio da prefeitura e peguei uma autorização, o fusca já tinha ficado em casa, agora era hora de complementar minha quebra de promessa e seguir adiante naquilo que combinei com aquela moça morena que se apoçou de algo aqui dentro. Deu logo 17hs:35m., tava lá no ponto do bus 085, comprimentei os que não conhecia (só conheço de vista.., entaum..., naum conta), confirmei a hora, apontou lá na virada do quarterão, o ônibus era o mesmo, os passageiros idem. Eu é que me sentia meio um pombo fora do "pombal". Sem asas pra voar, pensamentos perdidos numa memória que naum queria se fixar. Vagar por aí em várias direções se tornou mais confortante, embora eu sempre via-me arreiando do bus no destino e dando a última passada antes do portão e da porta que separava meu olhar da visão que durante os últimos trinta dias, ou mais, apenas ficou numa lembrança. Jaguariúna e Pedreira ficaram pra trás como se o tempo voasse naum menos rápido do que o pau velho que nos conduzia. O celular tocou, uma voz que a qualquer momento estaria diante de mim, disse: "e aí.., onde ce tá?"...passei de Pedreira, respondi..."melhor vc descer mais pra frente, tem muito barro, vai ser dificil vc passar", falei: tá.., algo assim...mais algumas palavras, o coração batendo mais forte...mal desligamos, já estava na descida, no balão de entrada quase do centro. Caí logo no posto de gasolina, calçada suja de barro, era a chuva de julho mais as obras do bom prefeito da cidade..., lógico é do PT! Se tudo tinha ficado pertin até alí, entaum..., dá pra calcular que os quarterões foram-se como se fossem apenas alguns metros de distância...pois, eis eu ali, de novo...diante de mim..., apenas dois portões, menos de um passo, nem suspirei...era uma mistura de tudo: ansiedade, saudades e medo...dei o passo final, e...

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