domingo, 24 de junho de 2007

Mais uma luz que se vai...

não são as poucas nuvens..., nem as montanhas altas no final do horizonte..., as sombras ocupam os espaços, lentamente..., o tempo se curva em cada segundo, calmamente a luz diminui..., o brilho da estrela se vai diante de meus olhos... noite se aproxima, com ela a escuridão das dúvidas, a solidão do romantismo... nesta noite..., nem a luz da lua será suficiente..., não haverá calor nas horas adiante..., o gelo do inverno toma posse do que é seu..., prevalece a realidade..., por dentro é frio e triste... se for ver..., Einstein..., estaria errado em sua sentença... neste mundo humano, errar é uma constância... uma flôr morre no jardim... não há mais sementes pra cultivar..., a noite veio pra ficar..., não tenho mais palavras... e se houvesse..., o soluço impede que sejam escritas..., ditas..., nesta noite..., não haverá chuva..., nem lágrimas nos olhos..., que a dor mostre a sua intensidade... e se esgote na chegada da manhã.

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